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Coragem para mudar

Publicado por: Círculo Militar em 09/11/2021 -

A estagnação leva as Instituições ao atraso e à depreciação e, em casos extremos, a seu fim. O nosso Círculo Militar não foge a essa regra. Devemos, pois, estar sempre motivados para não nos deixarmos levar
pela acomodação. Devemos estar atentos ao que deve ser corrigido e, mesmo, buscando acompanhar a evolução que acontece à nossa volta. Buscar o novo, o inusitado, tudo visando melhor atender o nosso associado.

Assim temos procurado agir desde que iniciamos nossa gestão, com olhar bastante crítico para a promoção de melhorias, as quais, mais do que atender um grupo específico (até pode acontecer em determinadas condições), busca assistir uma maioria.

Fizemos assim ao abrir nosso parque aquático às segundas-feiras, reformamos a cozinha de nosso restaurante central, bem como o modernizamos, passamos a tomar parte da Associação de Clubes Esportivos e Socio culturais do Estado de São Paulo (ACESC) e do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), reestruturamos nosso Departamento de Comunicação e Marketing, reformulamos nossa identidade visual e adotamos muitas outras medidas. E, só não avançamos mais, por conta da forçada parada gerada pela pandemia.

No momento, novas ações prosseguem na busca de melhor atender o sócio que pratica tênis no Clube e também visando a otimização do uso dos espaços com a relocação do futebol de mesa, do xadrez e da sinuca.

Nenhuma mudança acontece sem traumas. A resistência às mudanças sempre existirá. O importante nesse caso é ter-se a convicção da necessidade da alteração a ser promovida e, no nosso caso, sempre se saber que a finalidade da mudança busca o atendimento dos anseios da maioria.

Com o entendimento de que a maioria é a que será atendida, nós não nos deteremos diante das oposições à mudança.

Frente a todos os obstáculos, deve-se apresentar nossa coragem para enfrentá-los, propiciando-se, assim, um melhor atendimento aos nossos sócios. Por vocês, saibam, a coragem não nos faltará.

“Nenhuma mudança acontece sem traumas. A resistência às mudanças sempre existirá.”
General de Divisão Eduardo Diniz